MULHERES MORTAS POR AGRESSÃO EM 2018: UM LEVANTAMENTO INTERSECCIONAL DE GÊNERO E RAÇA POR REGIÕES E ESTADOS DO BRASIL E UM OLHAR PARA SAÚDE PÚBLICA

Autores

  • Bruna Muntú da Silva

Palavras-chave:

Feminicídio, Morte por agressão, Saúde pública, Saúde da mulher, Sistema de informação sobre mortalidade (SIM)

Resumo

Neste trabalho acadêmico buscamos analisar as mortes de mulheres por agressão no ano de 2018, realizando um estudo seccional de raça/cor ocorridas no Brasil e em suas respectivas regiões e estados. Assim, esta pesquisa teve por objetivo compilar, analisar e estimar a taxa de mulheres mortas por agressão a cada 100 mil habitantes mulheres, em âmbito nacional, regional e estadual, disponibilizados no banco de dados Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de domínio público no ano de 2018. Os dados selecionados para este estudo foram elencados por região do Brasil, seus estados e os respectivos anos. Os filtros utilizados para selecionar o tipo de morte foram: segundo causas externas (104-113), agressões (110), sexo feminino e raça/cor. Os resultados demonstraram que há um crescente número de mulheres mortas por agressão para as regiões Norte, mais especificamente, o estado de Roraima e também na Região Nordeste, no estado do Ceará. Neste cenário é importante ressaltar a alta taxa entre mulheres indígenas apresentadas no estado de Roraima, pois observou-se uma taxa aberrante em relação às demais etnias. Com estes indicativos podemos concluir que é necessário um aprimoramento das políticas públicas voltadas à saúde e segurança da mulher, de forma a prevenir esta categoria de morte no Brasil.

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Publicado

10.08.2026

Como Citar

Muntú da Silva, B. (2026). MULHERES MORTAS POR AGRESSÃO EM 2018: UM LEVANTAMENTO INTERSECCIONAL DE GÊNERO E RAÇA POR REGIÕES E ESTADOS DO BRASIL E UM OLHAR PARA SAÚDE PÚBLICA . Repositório Institucional Das Faculdades Integradas De Jaú. Recuperado de https://portal.fundacaojau.edu.br/journal/index.php/tcc/article/view/1618

Edição

Seção

Biomedicina

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